sexta-feira, outubro 30, 2009

FEITIÇO

Ebó

Sibarita é doido varrido, ligou pedindo que eu escrevesse um texto para o blog. É assim, é fio? kkk Tá certo, sou Jornalista outorgado pelo Supremo, mas, tenho o raciocínio lento, então, demanda tempo até saber o que é. kkk

O sacana me colocar num esparro desse? Onde já se viu isso? Então, fiz duas poesias, sei lá se são poesias? Uma está aqui agora, a outra na próxima postagem, se vão gostar é que não sei! Ai Deus! kkkkk

Ô caras colegas de profissão Desnuda e Vanuza (xiii rimou! kkk) me ajudem ai, viu? kkkkkk

Aos demais leitores, tô no fogo, aliviem... kkkkk Oi Fia, você que pediu para algum dia eu escrevesse uma poesia, fiz logo foi duas,(Sibarita que se cuide! kkk) veja no que deu, vai em baianês, é bom é? kkkkk

Feitiço

Heim mãe? Você não pediu? Eu estou é todo retado
Para encontrar essa chama que abrasa dentro de você
O que me faz viver tão assim, tá rebocado, piripicado
É do jeito que o seu nego gosta no tudo para lhe ter...

Mainha, sem você me desfaço, o feroz de mim se afasta
Em curvas e espirais, oh dias de lanças, céus de canivetes.
Na chama fria, seu coração corta, sangra o sol que nos ata
Sob a brisa que beija o seu rosto no que sou o seu tiete...

Nega, nos desejos convergidos, agora, é tome, tome
Se o seu olhar me seduz, em Jauá, um céu majestoso
Clama o seu nome nessas noites frias, todas insones,
No meu leito, torres de quereres, tudo é tão gostoso...

Minha Iaiá, seus lábios é luz das minhas madrugadas
Luzindo a aurora sonâmbula na procura dos suspiros
Explode o fogo, onde, o seu corpo em chamas retadas
No torpor e torpor se deitou aqui agorinha... Eu piro!

Viajo na maionese, água de sol e rosas, peço arrego
Boto prá lá, seu corpo, fronteira cheio de mandingas
Sob uma lua nigrinha seduz na artimanha o seu nego
É... Toda pérola um dia perde as pétalas e aí Mainha?

Levei seu nome aos terreiros da Bahia, faço os feitiços
Atô tô! Decifro, bato os atabaques para lhe conquistar
No flerte, venha! Ando mesmo é no vício, no isso, atiço
Quem implora o que se come não perde por esperar...

Viu ai mãe? Tô na boca de espera! kkkk

Zé Corró

Tradução do Baianês

Retado – Danado
Tá rebocado, piripicado – Tá certo, com certeza, afirmativo.
Nego – O homem é chamado aqui assim carinhosamente, meu amor, meu homem.
Mainha – Sensualmente chamando uma mulher.
Tiete – Paixão por algo.
Nega – A Mulher é chamada assim carinhosamente.
Tome, tome – É empregada no ato sexual.
Jauá – Lugarejo, praia no litoral Norte de Salvador, município de Camaçari/Ba.
Torres de quereres – Muitos desejos.
Minha Iaiá – Meu amor, meu bem.
Pirar – Ficar doido.
Viajar na maionese – Sonhar alto, alucinação.
Pedir Arrego – Pedir perdão.
Botar prá lá – Jogar duro, mandar vêr.
Mandingas – Feiçarias.
Nigrinha – Piriguete, mulher da vida.
Terreiros – Casas de Candomblés, na Bahia são muitos, somos afros descendentes.
Fazer feitiço – Apelar no Candomblé, fazer trabalho com os Orixás para se ter alguém.
Atô tô – Saudação ao Orixá.
Atabaques – Tipo de instrumento usado no Candomblé, usados nos cânticos.
No vício – No desejo.
No isso – No agora.
Atiçar – Incitar, fazer fogo.

sexta-feira, outubro 16, 2009

RESOLUTO

Resoluto

Pelas curvas das tardes morrem os dias alvissareiros
O tempo ronda com sua foice a solidão dos reversos,
Pelo silêncio, a fome de ti... A vida não tem roteiros,
No horizonte a lua galopa, filtra o branco dos versos...

Sem penumbras nem aromas as palavras são tochas
Do coração carreando a paixão, na sua túnica de aço
Bebo o amor, sinto arder o ar, ouço o coral das rochas,
O sol circunscreve a muralha. Faço. Desfaço. Renasço...

Corro mundo varrido pelos quatros ventos da paixão
Por entre céus de mármores e noites ancoradas assim
Na afeição das tuas chamas... Sinto, vivo na cerração
À espreita dos sinais do teu fogo para me refundir...

Na tua essência vestido de amor, súbito, feroz de ti,
Em céus: códigos cifrados das loucuras íntimas de nós.
Mil desejos aflorados aguardam teu fogaréu sem-fim
Constelados nas dobras dos dias de um sol de girassóis

É, Deus te criou, destruiu o molde, tens um lado estrelar
Encontrado no princípio e no fim do que tu me consomes,
Acerco-te a passos lentos medindo o gozo do teu respirar
Ai moça! O reverso da fome de ti, sempre será a fome...

O teu ventre,
Sol amaranto e coral.
Intimo de mim,
Dentro do peito
Uma chama intensa
Entrelaçada com a brisa
Da tua ausência...

Atô Tô Meu Pai,
Ogunhê!

O Sibarita

terça-feira, setembro 29, 2009

CONFISSÃO

Confissão

Sim, sei... tudo agora explode e amanhã explode
Evoé, venha! Ai meu Jesus! Eu tô que tô faminto
Soldei abstrato e concreto investindo nessa ode,
Fuzilei o tédio, soltei a vida, incendiei o instinto...

É sim! No corpo daquela moça os desejos dançam,
No teu vestido justo as curvas soberbas, sonhadas
Afloram inseridas na paisagem que tão me alcança
Ah, é... O sexo explode! Clareia a lua toda enfiada...

Tomba a noite, desmaiam as estrelas sobre a cama,
Ô mainha, no abstrato, o vazio do leito não faz céu
A ternura do fogo sustentado não move as chamas
E, sem mover-se, ó Deus! A pura chama arde ao léu...

Nos lençóis percutindo a mão da noite desfolhando
Palavras concretas. No teu corpo, coloquiais desvãos
Ao teu ventre descoberto num céu côncavo, cifrando
Desejos. Por gozos, rogo que me ouças em confissão...

Minha estratégia Fia
É que um dia qualquer
Sem nenhum pretexto
Sem eu se quer esperar
Por fim tu careças de mim,
De joelhos vou te escutar
E alojar-me dentro de ti!

O Sibarita

domingo, setembro 20, 2009

BELA DONA

Bela Dona

Valha-me Senhor do Bonfim
Coloquei meu barco no mar
Nesse oceano sem fim...
Arribado, no seu mastro
Vai uma bandeira enorme
Tremulando os olhos da Bela Dona,
Na popa, um container carregado
De saudades em gotas de mel
Dos teus beijos molhados
Na cor do pecado...

De dia, na proa, um sol
Dependurado no azul
Bronzeia o teu corpo nu.
À noite no estibordo estrelas piscam
E a bombordo luas se arriscam, se jogam
Á flor d’água a procura de ti...

Esse barco não tem rotas,
Só nuvens, celestes panos desdobrados,
Acenam-me no desfiar das horas...
O abismo, o caos, os dias tombados
E as noites sobre noites
Totais, íntimas noites do princípio,
Pesadas noites, e cegas nos seus eixos
Seguem nos seus ritos...

Bela Dona, firme no leme,
Nas cores vespertinas
Lavo a saudade que geme
E me perturba o coração,
Padeço de crepúsculos
O que me confere a solidão...

Singro nas gotas de orvalhos,
Faço dos horizontes o teu cais,
Aporto madrugadas, detalho
Os dias no céu que se desfaz...

Qual mar te evocou
Bela Dona do amor?

Pelos teus olhos, tu vens
Empurrada pelos temporais
Nos aís dos céus inocentes!

Quem te ama, tem fome
E sede em qualquer vento...

O Sibarita

domingo, setembro 13, 2009

NOTÍCIAS

Notícias

Para as (os) Leitoras (os)

Mando notícias minhas nessas ausências das palavras
Que o amor, as estrelas e as luas aclaram sem agonias
Por dentro e pelo avesso na seiva da essência renovada
Dos mundos convergidos e constelados aos meus dias...

No céu afetuoso estou de volta ao tempo sem tempo,
Sintonizo o azul do infinito na luz que a noite suspira
Quando a última estrela se apaga desse meu silêncio
E no compêndio dos dias o sol tríplice soluça, delira...

Tudo me nutre, me constrói, me esclarece e traduz
Por decreto divino o meu pensamento transladado
Germina a bondade e a caridade encoberto de luz
No que gera, redime e lumeia do trigo já semeado...

É luz trazendo as bem aventuranças pelos caminhos
Por onde eu movo os passos tão longes, aqui e além.
Sondo o oráculo, a lua filtra a solidão do pergaminho
Mas, não se aflijam. O espírito em diagonal é zen...

No celestial santuário das adjacências do universo
Situando as órbitas da lua emersa no seu crescente
Então, confiro a minha própria identidade no reverso
Ao ser espírita adjetivo, reflexo, o céu confidente...

Tudo vem de Allan Kardec, vem do livro dos espíritos
São perguntas e respostas cavalgando reencarnações.
O belo da alma, a fé raciocinada na lei do livre arbítrio
Em conformidade à seara do Mestre Jesus no coração...

No exílio tão aplacado, mantenho das palavras o báculo,
Com lucidez vigilante procuro o eco elíptico, em verdade
Entre, formas e idéias, cor e som eu sinto nos vocábulos
À sombra da lira o sol arisco galopando a claridade...

O Sibarita

sábado, agosto 29, 2009

AMOR (RÉQUIEM)

Amor (Réquiem)

Em qualquer noite, qualquer dia,
Apago o teu coração, o teu olhar.
Mato o desejo e no riso da agonia
Deixo gota a gota o amor sangrar...

Na pré-coma... na coma profunda
Corto o oxigênio e no estado terminal
Uma flor na lapela da dor que se afunda
E no descanse em paz farei o teu funeral!

Cremarei tudo: o amor, a paixão e a dor.
E sob a noite fria, sem lua, um pandeiro
Alforriado rufará sobre o mar desolador
Onde jogarei as cinzas à luz de candeeiro!

Farei-te orações daquele meu antigo sonhar
E olhando o horizonte como desejo derradeiro
Será na missa de sétimo dia sob a lua de *Jauá
Que chorarei às estrelas por esse amor arteiro!

De luto mostrarei ao luar os sonhos que em ti sustentei
Transformarei em silêncio o presente das lembranças
E cortarei em mil pedacinhos o tempo em que te amei.
Oh, Deus! A porta entreaberta, ainda, range de esperança.

E, no entanto, o réquiem dessa paixão cortada ao meio
São versos fúnebres... Busco em ti o desejo que se lança
Em mim falta a metade inacabada do teu coração alheio
Por não saber se esse meu querer o teu amor alcança!

O Sibarita

*Jauá, lugarejo de praia com luar muito bonito, Cidade de Camaçari/Ba. Litoral Norte de Salvador.

quarta-feira, agosto 26, 2009

ZÉ CORRÓ, O SUMIDO!

O Sumiço de Zé Corró

Xiiiiiiiiiiiiiiiiiii... kkkk Valha-me Senhor do Bonfim, que marasmo retado é esse aqui? Oxente! Cadê o Sibarita? Deu ninja também, abriu o gás, até ele meu Deus? kkkkkkkkk

Aos leitores e leitoras (principalmente Etelvina e Paula) agradeço pela preocupação. Desculpem, tive que sumir a pedido do senador Arthur Virgilio, até que o Conselho de Ética arquivasse o processo contra ele já que fui o estopim, ou seja, o funcionário fantasma das ôropas, ô lugar porreta e ainda mais com a grana do Zé Povim! Você leitor(a), recebe salário em real depois de trinta dias suados de trabalho, né? kkkkkk Pois é, eu fazendo turismo e curso de teatro, ah sou ator (kkk) recebo em verdinhas, dólares! Se rete não, é assim mesmo, você gostam! Kkkk

As jornalistas Vanuza Pantaleão e Desnuda, obrigado pelas devassas que me trouxeram, era cada loira, cada negona retada! Kkkkkkk –Como? –Sim, elas sabiam onde eu estava, até me visitaram... –Visitaram? Ai tem! Risos –Tem o que seu leitor? Quer me lenhar? –Eu não! As visitas eram uma de cada vez ou as duas de juntas? –Seu leitor, você é muito curioso!kkkkkkk –Sou não meu nego, é que quero ser visitado também... risos –Ô, é? Ai meu Deus do céu! kkkkkkkkkkkk

-Ô Corró, como vocês abriram a porta secreta? Se safaram? Quer contar o que houve por lá?
-Dona leitora, a senhora quer ver minha caveira? Se contar tudo, ai é que vou sumir de vez! Kkkkkkkkkkk
-Conte, conte tudo sei que tem a língua grande, tá com ela coçando... risos
-Eu língua grande? Alivie... kkkkk
-sei que está com a língua coçando, conte logo! Risos
-Você ta procurando sarna para se coçar... kkkkkk Como sabe, eu estava juntamente com os Senadores e outros figurões na casa do Sibarita numa passagem secreta acuados sem poder sair já que não tínhamos a chave para abri a porta de saída. Somente no último minuto antes da Policia Federal nos descobrir foi que alguém se lembrou que o Senador Francisco de Assis (Como é que pode meu Jesus? Kkk) conhecido como o MÃO SANTA (O NOME JÁ DIZ TUDO! Kkkkkk) poderia abrir a porta, claro que sim, com a mão santa! kkkkkkk
-E abriu?
-Abriu sim, a mão não é santa? Kkkkkkkkkkkkk
-É! Não foi esse senador que perdeu o cargo de Governador no Maranhão?
-Foi! Mas, ele tem a mão santa e a consciência de rato! Kkkkkkkkk
-Xiiiii... rsrsrsrssrsrs
-Dona leitora, aproveitaram da escuridão...
-Como assim aproveitaram?
-Ouça o que occorreu:
UAaiaiaiaiaiaaia...!!!! -Oxente o que houve ai? -Uma mão boba me atacou! –De quem é essa mão boba? –E eu sei lá? Só sei que me bagunharam, como vou saber se tá tudo escuro e muita gente nesse apertadinho? Kkkk –Aqui tem também, é? Kkkk –Tem sim, e sou senador, alguma coisa contra? –Oxente! Eu não... –Mas, quem é o Senhor Senador? –Descubra, não sou assumido... –Ah não? –Não! –Agora, foi que deu! Kkkkkk –Agora não! Sempre dei... –Ô, foi? Ai Jesus! Kkkkkk (Você que me atacou com sua mão boba, comigo é ferro na boneca! –É? Quero testar, ô coisa boa! (qui qui qui)) –Meu Deus do céu o mundo tá perdido... kkk –Perdido o que Corró? Tá é delicia! Qui qui qui
-Seu Corró, quer dizer que teve isso?
-Se teve? Ora se... kkkkkkkkkkkkk
-Diga-me uma coisa Córro, por onde anda O Sibarita?
-Moça e, eu sei, é? kkkkk
-Sabe sim!
-Oi, me disseram que ele está há um mês num ato retado, tá tão bom que esqueceu o blogue! kkkkk
-Mas, mas... ele então, é super homem, um mês fazendo ato? Como é que agüenta? Deve tomar muitos Viagras, bromis, por ai vai... Quem é a moça? rsrsrs
-Com vou saber minha senhora? Só sei que é um ato secreto! Kkkk
-Secreto?
-É, assim, dizem... kkkkk
-Aqui para nós, esse é que é o homem, faz qualquer mulher cair de quatro no ato, um mês só tome e tome! Tô arrepiada, só de imaginar... Rsrsrssr
-Ô dona moça, qual é o seu caso? Se ligue, ato secreto que falo é o do Senado! Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
-Assim, não vale...
-Não, é? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Se lá de dentro telefonei para a Vanuza Pantaleão e para a Desnuda.

-Alô Desnuda!
-O que é omi?
-Nos salve aqui...
-Salvar como? Quer que mande umas devassas para ai?
-Seria tão bom! Estamos todos num calor retado e as guelas secas...
-Ai não tem água?
-Que água o que? Você é doida? Aqui estão umas trintas pessoas entre senadores, puxa-sacos e umas três blogueiras num lugar de um metro quadrado, sem ventilação, sem água, nem nada... ajude a gente aí fia, pelo amor de Deus! Kkkkkkkkkkkkk
-Mas, moço o que posso fazer? Quem manda vocês ludibriarem o povo? Rsrssr
-Cale essa boca moça! Quer nos lenhar mais ainda? Oi tem um senador que quer falar com você...
-Minha fia, sou eu, o Senador Mão Santa!
-Sim, diga meu senador... rsrs
-Olhe, não espalhe não, mas, como a minha mão é santa e honestíssima, vou abrir a porta do esconderijo...
-E eu com isso? Aliás, honestíssimo que o Senhor é, me diga por que a Justiça cassou seu mandato de Governador do Maranhão?
-Ô Devassa, opa! (risos) Desnuda, honestíssimas, são as minhas mãos, sou médico, ai é que entra as mãos santas... Quer marcar uma consulta?
-O Senhor é doido?
-Doido não sou, mas, que você é um pedaço, isto é! Hummm...
-Senador, me respeite, isso, é assédio moral...
-Desnuda, tenho ética, aliás, sou do conselho de ética do senado.
-Meu Deus, como é que pode?
-Podendo, podendo minha filha! rsrsrssrsrssrsrsrsrsrs

Caros leitores, mais uma vez obrigado pela preocupação, a próxima postagem será do Sibarita.

Zé Corró

quarta-feira, agosto 05, 2009

FLOR DE MILÊNIOS

Flor de Milênios

Padeço de crepúsculos colossais em pedra e cal
A manopla das noites pesa se não vejo o teu olhar,
A brisa espessa nas amplas curvas de um abissal
Beija os nossos rostos, nos acena do mar de Jauá

A vida com planos em si contém teus olhos castos
E essa lua nos francos do por do sol na densidade.
É, no céu, a noite e os astros vestidos de pássaros
Com o azul arisco, coleiam, galopando a claridade...

Porque o mundo é tão imenso, mas, intensa é alma
Se o vento manda que o perfume siga o teu louvor
A escuridão dos tempos no meu espelho se aclara...

Já, meu bem, a lua emersa crescente, almejada
Por dentro e pelo avesso toda vestida de amor
É flor de milênios, tão assim atiçada, desejada...

O Sibarita